Blog desenvolvido para disseminação de conhecimento, troca de idéias, divulgação de conteúdo, etc.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Aula 12/12/09

Da hora que eu cheguei em diante... 

  1. Empatia: 
  • Sentimento que causa prazer no contato humano, um estado de espírito que permite a você se identificar com outra pessoa.
A empatia é sobre dar para depois receber!
  • Primeiro você educa, confiando na pessoa e trazendo-a para perto. Depois, a confiança torna-se mútua e a empatia tende à melhoria de qualidade na comunicação conforme o tempo passa.


  • Discussão: Foi discutido sobre a educação das crianças, jovens, profissionais, postura individualista que predomina no mercado, pessoas que atualmente não estão sendo preparadas para críticas,  desde muito cedo, entre mil outros comentários impossíveis de anotar...
"A crença de que as pessoas na maioria das vezes não têm algo importante para nos passar, impede a criação da empatia"

  1. Comunicação Efetiva
  • Enlaçar-se ao semelhante, unindo idéias e sentimentos.
  • Mobilizar-se, estando atento e pronto para o outro.
  • Patrocinar as idéias dos semelhantes, no sentido de sugerir melhoras ou formar parcerias.
  • Acreditar no potencial alheio.
  • Tratar o outro como gostaria de ser tratado.
  • Incentivar o semelhante em seus avanços e desafios.
  • Amar no sentido de poder doar-se quando necessário.
  • Discussão: 
    • A sequência de frases a seguir trata sobre os tópicos destacados acima no slide. 
    • Profissionais que se destacam por estar sempre buscando conhecimento e as empresas valorizam e diferenciam a política de manutenção dessa pessoa para não perder esse profissional. 
    • Valorizar as idéias do próximo, ao menos ouvir, mesmo que a idéia seja para você, algo surreal. 
    • Não desmerecer as conquistas pessoais das pessoas, o que para você pode ser uma migalha, para o outro pode ser uma superação! 
    • Muitas vezes tratamos o outro de uma forma não muito agradável, principalmente as pessoas que nós temos certeza absoluta que irá nos perdoar, porque nos ama. Nós tendemos a tratar muito melhor as pessoas com qual não nos relacionamos bem, mas precisamos conviver, do que aquelas que realmente nos têm valor, pela certeza de que quem nos ama tem que nos compreender.
    • Incentivar o semelhante é de extrema importância, um trabalho feito com esforço, mesmo que não atenda a expectativa precisa ressaltar os pontos positivos, antes de criticar os pontos a serem melhorados. 
  • Saber ouvir:
    1. O que é saber ouvir?
      • Não pense no que vai responder enquanto o outro fala.
      • Mantenha uma atitude atenta e calma.
      • Procure fazer com que sua comunicação, tanto verbal como não verbal, assegure ao outro que você está atento.
      • Depois de fazer uma pergunta é importante silenciar. Se o outro não responder de imediato, evite o impulso de preencher o silêncio com seus comentários. Dê-lhe a oportunidade de pensar sobre a pergunta.
      • Não interrompa para retificar o que o outro está dizendo, mesmo que você não concorde com  o que ele diz.
      • Não contradiga o que o outro está dizendo por considerar conhecido, desconhecido ou trivial.
      • Demonstre respeito:
        • Abstenha-se de julgamento em uma comunicação
        • Admita que o outro tenha seus valores, crenças ou pensamentos diferentes dos seus
        • Crie condições para que a pessoa possa expressar suas idéias, sentimentos, valores e atitudes.
    2. É sempre agradável?
    3. O que é mais prático?
  • Discussão:
    1. Saber ouvir é prestar atenção na mensagem no que a pessoa está tentando transmitir, além daquilo que ela verbaliza. Muitas vezes uma pessoa não termina de contar algo e nós nem percebemos. Um exemplo citado foi um professor pedindo que as pessoas se apresentem. Observando um aluno que não estava participando da atividade (talvez até pensando no que iria falar) e pediu que ele dissesse o que um outro aluno havia falado sobre si. Ele não soube dizer, pois realmente não havia prestado atenção. Outro exemplo, um aluno que entrava na sala, usava piercing, cabelo comprido, dormia durante a aula. Os demais professores o colocavam no fundo da sala para escondê-lo do coordenador e o ignoravam para evitar problemas, o professor conversou particularmente com esse aluno e valorizou seu potencial. Esse aluno mudou de atitude, cortou o cabelo, e passou a se empenhar nas aulas e hoje é um amigo pessoal deste professor.
    2. Nem tudo o que ouvimos é agradável, muitas vezes a pessoa está deprimida (às vezes ela é negativista por natureza ou opção) e vive se lamentando e te contando coisas negativas ou resmungando (frases conhecidas para quem nasceu na década de 70 ou antes: "oh vida, oh azar, oh lata de sardinha enlatada" - hiena do desenho "Leão da Montanha" - "isso não vai dar certo..." - praticamente a personificação de Murphy...). Acaba com seu bom humor e vai para  seu lugar de costume (mecanicamente), fazer suas atividades rotineiras sem entusiasmo. Nessas horas precisamos de atitude. Nada de ficar ouvindo e digerindo. Quando tiver oportunidade, chegue nesta pessoa e mostre como ela tem se portado. Peça para essa pessoa tentar mudar de atitude ou você não servirá mais de muro de lamentações. 

sábado, 28 de novembro de 2009

Aula 28/11/09 - Relações Interpessoais

Prof.ª Viviane - 4 semanas 

Abordagem humanística:

- Neil (1883 - 1973)
"Gostaria antes ver a escola produzir um varredor de ruas feliz do que um erudito neurótico."

- Carl Rogers (1902 - 1987)
Ensino: A ênfase está nas relações interpessoais. O ensino é:
  • Não-diretivo;
  • centrado no aluno.
O ensino está voltado ao desenvolvimento da personalidade do indivíduo, em seus processos de construção e organização pessoal da realidade, sua capacidade de atuar como uma pessoa integrada.
Há preocupação com a vida psicológica e emocional do indivíduo, com sua orientação interna, com o autoconceito, com o desenvolvimento de uma visão autêntica de si mesmo, orientada para a realidade individual e grupal.


Papéis a desempenhar


Professor:
O professor não transmite conteúdo, não ensina nos moldes tradicionais, apenas cria condições para que os alunos aprendam, especialmente através das próprias experiências dos alunos, sendo um facilitador da aprendizagem. O professor é quem irá possibilitar a aprendizagem significativa no aluno.


Aluno:
É arquiteto de si mesmo, consciente de sua incompletude interior e exterior, um ser em transformação e um agente transformador da realidade. Será a qualidade de relacionamento interpessoal que irá possibilitar ao aluno a auto-realização. Portanto, a experiência, pessoal e subjetiva é a base para construção do conhecimento, no processo de vir-a-ser da pessoa.


A Educação:
Tem como finalidade a criação de condições para que tudo isso ocorra. As condições que facilitam a aprendizagem significativa do aluno devem possibilitar a auto-aprendizagem tanto intelectual como emocional.


Comunicação Intra e Interpessoal

  • Auto-conhecimento
  • Auto-desenvolvimento

Papéis a desempenhar:


O aluno deve ser capaz de tomar iniciativa, ter responsabilidade, autodeterminação, discernimento, aplicar os conhecimentos construídos, adaptar-se às novas situações e problemas, colaborar com os outros sem deixar de ser si mesmo.
Assim, educação é tudo aquilo que envolve crescimento pessoal.


Quanto você se conhece?
Muito? Pouco?


A maior parte das pessoas acredita que se conhece, mas na verdade se conhece muito pouco.


É muito difícil alguém se conhecer interiormente quando a busca está sempre no externo.


sábado, 21 de novembro de 2009

Aula 21/11/09 - Buracos Negros da Educação

Buracos Negros da Educação - Edgar Morin

Os sete buracos negros da educação dizem respeito aos saberes completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos.

  1. O Conhecimento
    • Erro e Ilusão 
    • O conhecimento nem sempre é um reflexo ou espelho da realidade.
    • Ilusão: Ao ter uma visão de uma pessoa que eu já sei que não existe (Michael Jackson, por exemplo), o meu conhecimento prévio me faz crer que isso é uma ilusão. Se eu não possuir esse conhecimento prévio, não há como saber que se trata de uma ilusão. No caso da educação, se eu não possuo o conhecimento, não vou saber diferenciar o que está sendo me passado é ilusório ou real
    • Erro: Cada ser pensa que suas idéias são as mais evidentes e todos os que estão fora dentro do que é considerado "normal" é discriminado, excluído ou julgados como um desvio patológico e taxadas de ridículas.
  2. O Conhecimento Pertinente
    • Não existe conexões entre as disciplinas. O aluno não tem uma visão do conjunto. Nem os alunos nem as instituições são capazes de linkar os conhecimentos entre eles, ou seja, não se sabe porque aprender determinada disciplina, em que isso será aplicado na vida real, além de os professores não realizarem o projeto acadêmico que faz com que uma matéria acompanhe a outra e se complementem. Ao invés disso, um professor ensina sua parte, mais rápido ou mais lento que o outro, fazendo o aluno não acompanhar a complementação pedagógica que uma disciplina impacta na outra. Muitos conteúdos são repetidos de formas diferentes pelos professores, confundindo e atrapalhando a evolução dos alunos.
  3. A Identidade Humana
    • Ao mesmo tempo em que fazemos parte de uma sociedade, temos a sociedade como parte de nós, pois desde o nascimento a cultura nos imprime.
    • Devemos conceber que recebemos duas espécies de educação: 
      • Sistemática (formal)
      • Assistemática (da sociedade)
    • Ao iniciar o processo de alfabetização os alunos já levam conhecimento culturais para a sala de aula
  4. A Compreensão Humana
    • Temos que compreender não só os outros com a nós mesmos, a necessidade de se auto-examinar, de analisar a autojustificação, pois o mundo está cada vez mais devastado pela incompreensão, que é o câncer do relacionamento entre os seres humanos. 
  5. A Incerteza
    • O inesperado aconteceu e acontecerá, porque não temos certeza do futuro. As decisões devem ser tomadas contando com o risco do erro, estabelecer estratégias que possam ser corrigidas no processo da ação, a partir do imprevisto e das informações que se tem.
  6. A Condição Planetária
    • Crescimento da ameaça letal se expande em vez de diminuir: a ameaça nuclear, a ameaça ecológica, a degradação da vida planetária. Existe uma ameaça de extinção da raça humana por conta do aquecimento global, de uma possível guerra nuclear, do consumismo desenfreado, das guerras religiosas, ou até de eventos alheios à ação humana, como por exemplo, erupções vulcânicas, movimentos sísmicos das placas tectônicas ou uma colisão de um asteróide.
  7. A Antropo-ética
    • Cabe ao ser humano desenvolver, ao mesmo tempo, a ética e a autonomia pessoal.
    • A comunidade se mobiliza para mudar a realidade.
    • As ONG´s sérias desenvolvem um trabalho de mudança da realidade, para preservação do planeta, ou de certas espécies, ou até mesmo para o bem estar de pequenos grupos de pessoas. No Brasil sempre houve essa preocupação com o próximo, apesar de o país não passar por situações extremas, como guerras, guerras civis, desastres naturais de grandes proporções, onde são mais comuns que haja esse tipo de mobilização. Cada brasileiro está sempre preocupado em fazer algo em prol do próximo, por isso, neste país, dificilmente morre-se de fome, uma criança passa por maus tratos sem que alguém tome uma atitude para reverter o quadro.
Vídeo sobre a vida de Paulo Freire.
  • Tudo sobre a vida e obra de Paulo Freire pode ser obtido através do Instituto Paulo Freire:

sábado, 7 de novembro de 2009

Tópicos da aula 07/11/09

  • Os Quatro Pilares da Educação - Jacques Delors
    1. Pilar - Aquisição dos instrumentos da compreensão
      1. Aprender a Conhecer ou Aprender a Aprender
    2. Pilar - Agir sobre o meio envolvente
      1. Aprender a Fazer
    3. Pilar - Participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas
      1. Aprender a Viver "Juntos"
    4. Pilar - Integração das três precedentes
      1. Aprender a Ser
  • Os Quatro Pilares da Educação - Celso Antunes - Comentários críticos:
    1. Eliminar os saberes inúteis, substituindo-os por habilidade pra se construir conhecimentos, exercitar os pensamentos, atenção e memória.
    2. A escola, desde a educação infantil, ressaltar a importância de se colocar em prática os conhecimentos significativos para o trabalho futuro. Despertar e estimular a criatividade.
    3. (Nessa hora eu estava digitando e não peguei, mas eu passo o ppt completo para o grupo)
    4. Todo ser humanodeve ser preparado inteiramente: espírito, inteligência e sensibilidade; sentido estético e responsabilidade pessoal; ética e espiritualidade.
  • Paulo Freire - Vídeo
    • Livros recomendados:
      • Pedagogia do oprimido 
      • Pedagogia da autonomia
  • 7 Saberes da Educação - Edgar Morin ("Buracos Negros")
    • O conhecimento
    • O conhecimento pertinente
    • A identidade humana
    • A compreensão humana
    • A incerteza
    • A condição planetária
    • A antropoética
  • Curva de Gauss
    • Nenhuma pessoa é 100% em tudo.
    • A Curva de Gauss é uma das mais importantes distribuições da estatística, conhecida também como Distribuição Normal ou Gaussiana.
      É inteiramente descrita por seus parâmetros de média e desvio padrão, ou seja, conhecendo-se estes se consegue determinar qualquer probabilidade em uma distribuição Normal.
      Um interessante uso da Distribuição Normal é que ela serve de aproximação para o cálculo de outras distribuições quando o número de observações fica grande. Provém do Teorema Central do Limite que diz que "toda soma de variáveis aleatórias independentes de média finita e variância limitada é aproximadamente Normal, desde que o número de termos da soma seja suficientemente grande"
    • Referência: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/gauss/gauss.htm
    • (O site é de Portugal, mas é muito bom, quem puder, leia)
  • Colaboração para a formação do profissional de sucesso
    • Assistemática
      • Família e Sociedade = 75%
    • Sistemática (Formal)
      • Escolas = 25%
  • Comentário professor Toninho complementado pelo professor Bento:
    • Uma aluna de doutorado em arquitetura defendeu a tese de que a arquitetura das instituições de ensino  impossibilita às instituições a atenderem a LDB atual.Há a necessidade de se reformular o espaço, sem necessariamente alterar a estrutura, que é caro e dificultoso. Segundo o professor Bento, essa arquitetura foi projetada na década de 60 para atender uma grande demanda de pessoas, sem preocupação com acesso à deficientes por exemplo, e grande parte das instituições de ensino público foram construídas e são utilizadas sem adaptações até hoje.
  • Ondas da Educação:
    • Década de 20/30 - LDB 4024
      • 70% analfabetos 
      • 10% de formados no ensino fundamental 1
      • Os concluíntes do ginásio (poucos) possuiam 14 disciplinas e já podiam ministrar aulas de educação física por exemplo. 
      • Paulo Freire - presidente João Goulart
    • Década de 60/70 - LDB 5692/71
      • 49% analfabetos
      • Madureza - 9 disciplinas - matrículas por disciplina, eliminação de matérias
    • Década de 80
      • 35% de analfabetos
      • Supletivo Seriado - 6 meses por ano letivo - presencial
    • Década de 90 até hoje
      • 6 a 8% de analfabetos (considerado alto pela Unesco =1 a 1,5%)
      • De 15 a 60 anos
      • EJA - Educação de Jovens e Adultos
  • Canais Sinestésicos:
    • Formas de aprender:
      • Algumas pessoas aprendem lendo em voz alta
      • Algumas pessoas precisam de silêncio absoluto
      • Algumas pessoas precisam realizar leitura labial
      • Algumas pessoas conseguem aprender ao mesmo tempo que ouvem música, conversam, assistem televisão entre outras atividades concomitantes.
  • Quesitos básicos exigidos pela Constituição Federal para os alunos concluintes do ensino fundamental:
    • Ler
    • Escrever
    • Calcular
  • Dimensões do MEC - 10 no total
(O professor recomendou que nós pesquisemos e conheçamos essas 10 dimensões)

  • Inclusão / Acessibilidade


    • Rampa para cadeirantes
    • Tradutor simultâneo - Professores formados em libras

  • Projetos de Extensão / Sociais


    • Abrangendo Professores, Alunos e Comunidade
    • Exemplos:
      • Empresa Júnior
        • Prestação gratuito à comunidade.
        • Contrapartida: Precisa constituir a empresa legalmente e recolher os impostos pertinentes, realizar a contabilidade, etc. Por isso algumas instituições não implementam.
      • Trabalhos de Monitoria
        • Utilizar os alunos como monitores nas matérias em que possuem maior aptidão para orientar os que possuem dificuldade.
        • Contrapartida: precisa haver algum tipo de beneficiamento ao aluno monitor até para este precisa de comprometimento com os demais

    terça-feira, 27 de outubro de 2009

    EAD

    A atividade EAD para a próxima aula é uma resenha sobre o documentário exposto na aula.
    Eu (Cristiane) estou com o vídeo no pen drive, ele tem o formato mp4, e irei fazer o upload no blog ASAP.
    Se alguém quiser copiar no pen drive é só me procurar no laboratório 4 dias 28 e 29/10.

    Informações

    Sábado agora, dia 31/10 haverá aula,
    apesar do feriado prolongado,
    por decisão dos alunos presentes!

    Dia 14/11 não haverá aula devido a
    compromisso do professor, porém ele
    deixará uma atividade a ser realizada
    para repor essa aula.

    terça-feira, 20 de outubro de 2009

    LIÇÃO DE CASA

    AVALIAR A DISCIPLINA COM NOTAS DE 1 A 5.
    NÃO PRECISA JUSTIFICAR.
    APENAS ENVIEM E-MAIL AO PROFESSOR:

    fmauricio@bol.com.br


    Tinha outra coisa que ele pediu para fazer para a próxima aula, que agora eu não me lembro...
    Tb às 2h da manhã já não to lembrando nem meu nome...


    Se alguém souber, me avisa...


    Thanks


    Cris Tuji

    Texto Perrenoud - Agradecimentos à Prof. Gisele


    CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR







    quinta-feira, 8 de outubro de 2009

    Lição de casa

    Não esqueçam que é para desenvolver uma avaliação com questões dissertativas e optativas após a leitura do artigo do Perrenoud!

    E que nosso próximo encontro é no dia 17/10!

    Até lá!

    Cris Tuji

    Dica de Vídeo Palestra sobre a juventude de hoje


    Prof.Mário Sergio Cortella


    Esta palestra é um espetáculo. 
    Vale a pena ver!


    O Prof. Mário aborda um tema atualíssimo: a formação/educação de nossos filhos.


    Será que nós fizemos ou estamos fazendo o certo?


    NÃO DEIXEM DE VER ESTE VIDEO É A REALIDADE DA ATUAL GERAÇÃO.


    http://video.google.com/videoplay?docid=666414306773119705


    Inclusive quem ainda nos os teve, mas planeja tê-los...


    Cris Tuji


    Ei colaboradores do blog, onde estão vocês?

    Artigo interessante da revista Valor Econômico!

    O que pensam os membros da "Geração Y"
    A "Geração Y", formada por pessoas nascidas a partir de 1978, está começando a entrar no mercado de trabalho. Ela compartilha o mercado com os " baby-boomers" (como é chamada a geração do pós-guerra, nascida entre 1945 a 1961) e a "Geração X" (1962 a 1977).

    Esses termos são freqüentemente associados aos EUA, mas jovens de todos os lugares emergem com sua própria voz, fortalecidos pela afluência e caracterizados por um desejo de mudança. Sua chegada provocou muito debate, especialmente entre os mais velhos, na medida em que esta nova classe faz alarde de suas crenças e necessidades.
    Os membros da "Geração Y" cresceram numa época de avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Mais preocupados com isso do que qualquer geração anterior, eles têm a confiança e o otimismo de saber que são desejados. Seus pais, que não querem repetir o abandono da geração anterior, enchem seus filhos de presentes, atenções e atividades que fomentam a auto-estima.
    A "Geração X" é agora uma força estável em ação. Rebelde, indignada e realista na esteira das experiências de demissões de seus pais no momento em que avançam para a administração, essas antigas crianças largadas têm uma atitude contra os disparates, chocando, às vezes, os mais velhos com seu estilo de tomada de decisões cortante e seco.
    Agora é a "Geração Y" que está na berlinda - uma fonte de perplexidade, frustração e também alívio. O lado positivo de trabalhar com membros tardios da "Geração X" e os da "Geração Y" é uma conseqüência de sua primeira infância. Eles estão acostumados a viver em ação e estimulados por atividades.
    Segundo um estudo de 1999 do Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Michigan, os pais programam 75% do tempo semanal de seus filhos contra 60% em 1981 (deixando 6 horas por semana de tempo não programado, contra 9,5 horas, há quase 20 anos). Com isso, a "Geração Y" cresceu fazendo tarefas múltiplas e sabe aproveitar cada minuto.
    O lado negativo de uma infância privilegiada, programada, emerge no trabalho. A "Geração Y" não quer realizar as tarefas subalternas dos empregos de início de carreira e sente-se à vontade para expressar seu descontentamento. Ela está acostumada a conseguir o que quer. Mimada desde muito nova, a "Geração Y" parece se espantar quando recebe algum projeto para realizar. A iniciativa não foi estimulada por pais que apelaram para a permissividade para atravessar seus dias atarefados. Mais ainda, as expectativas de riqueza e oportunidade resultantes do boom da economia dos anos 90 lançaram a "Geração Y" atrás de salários ambiciosos muito cedo.
    Seu comportamento confiante com os mais velhos e sua disposição de reivindicar oculta sua inexperiência e necessidade de orientação. Impacientes com o excesso de direção, eles nem sempre sabem o que fazer com as rédeas quando as tomam. Esses novos trabalhadores brilhantes demonstram a promessa e as frustrações da experiência de seus patrões "baby-boomers" em casa, com seus próprios filhos. Só que no trabalho, o comportamento atrevido não parece tão gracioso.
    Os membros mais velhos da "Geração Y" estão entrando no mercado de trabalho justo quando a geração do "baby boom" está a ponto de se aposentar. Os "boomers " superam os empregados da "Geração Y" em até 30%, em número, criando uma escassez de mão-de-obra que os empregadores terão de enfrentar.
    Os trabalhadores mais velhos terão de lidar não só com a juventude desses trabalhadores, como terão de lidar com as rivalidades entre as gerações X e Y: ambas estarão disputando as posições desocupadas pelos "baby-boomers" . A "Geração X", os empresários ressentidos, orientados para as realizações geradas pelas reestruturações dos anos 90, não gostarão de ser preteridos enquanto a "Geração Y" ganha rápidas promoções.
    Os trabalhadores mais jovens trazem oportunidades e armadilhas. Apesar da recente desaceleração da economia, a competição por talentos continua. As companhias que compreenderem as características, terão vantagens para atrair e reter esses empregados.
    Enquanto as gerações X e Y buscam o reconhecimento imediato por sucessos, os "boomers" adotam a noção de "pagar suas dívidas em dia" . As gerações X e Y podem parecer ingratas pelas oportunidades mas elas não conseguem compreender a dedicação de uma empresa a suas "velharias" (executivos muito bem remunerados que parecem incapazes de fazer as coisas). Os "boomers" podem ver as gerações mais novas como folgadas. Eles se indignam quando lhes pedem horas extras. Para eles, o trabalho tem hora para terminar.
    Uma companhia deveria saber identificar como se beneficiar das expectativas e valores de cada geração. Para manter a paz, porém, os pressupostos sobre a organização e como eles são compreendidos pelos empregados precisam ser modificados. Tudo - da visão da empresa a suas práticas de recursos humanos - precisa ser avaliado.
    Declarações de visão da empresa talvez devam ser mais profundas para motivar os jovens trabalhadores. As gerações X e Y querem sentir que estão fazendo diferença nas vidas das pessoas ou trabalhando para o bem da sociedade. Por exemplo, a Ford recentemente atualizou sua declaração de visão, que era: "Ser a maior companhia de consumo do mundo em produtos e serviços automotivos". Ela acrescentou: "No processo de realizar essa visão, a companhia vai se concentrar em seus clientes, fornecer retornos superiores aos acionistas e melhorar a qualidade de vida das pessoas" .
    Isto sinaliza para trabalhadores mais jovens que, na Ford, eles não estão apenas fazendo um trabalho, mas também fazendo diferença.
    Desenvolver uma competência em cidadania corporativa implica garantir que as políticas de fabricação incluam a proteção ambiental. O recrutamento deveria se centrar em pessoas cujos valores combinem com os da companhia. Estratégias assim vão demonstrar aos mais jovens que a organização segue o que prega.
    Os mais jovens se comunicam diretamente. Eles esperam ser envolvidos nas decisões que os afetem. Eles buscam acesso direto à liderança. Algumas empresas reagiram a isso encorajando a correspondência por e-mail com altos dirigentes, ou programando "chats" on-line com o CEO. Eles evitam a burocracia e a política e não gostam de jogos de poder. Mais empenhados em fazer seu trabalho de forma a poderem enfocar outros aspectos de suas vidas, os jovens querem clarear metas e adequar recursos para seu trabalho. Para os mais velhos, escolados em política e troca de favores, essa atitude pode parecer ingênua.
    Em geral, os membros da "Geração Y" são atraídos para culturas orientadas para equipes, ao contrário dos da "Geração X", mais individualistas e orientados para realizações. Os da "Geração Y" preferem trabalhar com outros e têm uma forte necessidade de filiação. Portanto, as organizações deveriam considerar meios de encorajar o comportamento orientado para equipes.
    Os mais jovens admiram a honestidade, a integridade e o comportamento ético. Eles esperam que seus líderes pratiquem o que pregam e não vêem distinção entre níveis dentro da organização quando se trata do que é justo. As companhias que dividem a carga de cortes salariais e demissões por todos os níveis são vistas como mais justas do que as que visam os níveis inferiores.
    Os administradores deveriam dar atenção às mensagens que transmitem quando recrutam: a lisura do sistema de avaliação; a justeza de salários e outras remunerações; e o valor colocado no indivíduo na atribuição de empregos e nos sistemas de treinamento.
    O que os mais jovens querem não é tão diferente do que todo mundo deseja. Mas eles estão pedindo. Ter várias gerações trabalhando lado a lado pode provocar tensões e conflitos, mas pode também conduzir à criatividade e oportunidade. O primeiro passo para garantir que as diferentes gerações trabalhem em prol de uma organização é reconhecer as diferenças. Depois é reavaliar a organização e a mensagem que ela transmite a todos os seus empregados por sistemas, políticas e processos. Algumas das mudanças que os trabalhadores mais jovens buscam serão boas para a organização como um todo.

    sábado, 3 de outubro de 2009

    A HISTÓRIA DO BARÔMETRO

    Algum tempo atrás recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota 'zero'. O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma 'conspiração do sistema' contra ele. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: 'Mostrar como pode-se determinar a altura de um edifício bem alto com o auxilio de um barômetro'.

    A resposta do estudante foi a seguinte:

    'Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício'.

    Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma classificação para um curso de Física, mas a resposta não confirmava isso.

    Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder à questão. Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquele que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão; isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física.

    Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o teto da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder.

    Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse.

    No momento seguinte ele escreveu esta resposta: 'Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h = 1/2gt2 calcule altura do edifício'.

    Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente nota máxima á prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.

    Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti á curiosidade e perguntei-lhe quais eram estas respostas.

    'Ah!, sim,' - disse ele - 'há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro'.

    Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.

    'Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo. bem como a do edifício. Depois, usando uma simples regra de tres, determina-se a altura do edifício'.

    'Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas'.

    'Um método mais sofisticado seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g,s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença'.

    'Finalmente', concluiu, 'se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater á porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se:

    Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente'.

    A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta 'esperada' para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e a cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.

    fonte: http://zamorim.com/textos/historiadobarometro.html
    (Para quem dispuser de tempo, eu indico que acesse os outros textos desta home page, é um melhor que o outro...) Cris Tuji

    sexta-feira, 2 de outubro de 2009

    Apresentação sobre Avaliação - aula de 03/10



    O arquivo ppt deste vídeo está disponível na seção de arquivos nosso grupo de e-mails:
    link: http://br.groups.yahoo.com/group/fafe_pos/files/

    quarta-feira, 23 de setembro de 2009

    "Pinóquio às avessas"

    Boa noite, pessoal... esta é a minha primeira contribuição com o blog e espero que muitas venham a partir desta.

    Acabei de ler o livro "Pinóquio às avessas" e fiz algumas considerações que eu gostaria de dividir com todos. Espero comentários, quem sabe iniciamos a primeira de uma série de discussões.

    Abraços

    Teder Sacoman


    O livro "Pinóquio às avessas", de Rubem Alves, narra a história de Felipe, uma criança feliz e muito curiosa que questionava sobre os mais diversos assuntos e quando sua "sede de conhecimento" estava saciada, novas perguntas estavam prontas para serem feitas.

    O interessante do livro é a "metamorfose" que o garoto sofre no decorrer da história. No conto original Gepeto fabrica um boneco de madeira que ganha vida e vai à escola para ser alguém de verdade, pois é lá que ocorre esta transformação. No livro de Rubem Alves, o processo é inverso: há no início da história uma criança "de verdade", cheia de curiosidade e ânsia de conhecimento, mas que aos poucos vai sendo "engessada" pelo processo educacional até a completa imobilidade obtida com o diploma universitário.

    Podemos verificar na história a presença da abordagem tradicional - através da figura da escola e dos professores - na qual a escola ensina o que se deve e não o que se deseja aprender e o professor é o foco das aulas, pois ele é o detentor de todo o conhecimento e, portanto, o responsável pelo seu sucesso escolar (mas não pelo seu fracasso, afinal, ele transmitiu todo o conhecimento necessário e os alunos não armazenarem, sendo estes os únicos responsáveis pelo seu insucesso). A finalidade é a formação do aluno quanto à preparação para o mercado de trabalho e não quanto à sua formação humana, cidadã.

    Podemos notar, também, que não é apenas através da escola que se dá esse processo tradicional de aprendizado, mas através dos próprios pais que acabam por ignorar o desejo do filho - ser "cuidador" de pássaros - para que ele seja alguém de futuro.

    Apesar das discussões a respeito deste processo e da possibilidade de outras abordagens educacionais, creio estarmos condicionados a aceitar a tradicional como a mais adequada, pois, muitas vezes não nos preocupamos com a formação humana de nossos alunos - papel este a ser desempenhado pelos pais - e sim com seu futuro profissional, caso contrário não teríamos tantos cursos e escolas fazendo propaganda sobre a quantidade de primeiros colocados e aprovados em vestibulares concorridos.

    O que podemos concluir é que a abordagem tradicional está arraigada em nossa própria visão de educação, em nossa cultura, pois foi assim que fomos educados e é assim que deve continuar a ser, pois desta forma "garantimos" o aprendizado do conteúdo exigido pelo vestibular - foco principal do processo educativo - assegurando sucesso e felicidade profissional para nossos alunos.

    domingo, 20 de setembro de 2009

    LIVRO MAIS BARATO

    Título: Didática do Ensino Superior


    Autor: Gil, Antonio Carlos
    Editora: Atlas
    Disponibilidade:
    Produto em estoque.

    Previsão de Entrega*:
    Até 1 dia útil para a Grande São Paulo1.

    1 Consulte aqui a previsão de entrega para sua localidade.



    De R$ 43,00
    Por R$ 32,70

    Livraria Saraiva Internet.

    domingo, 13 de setembro de 2009

    Filmes indicados pelo professor:

    *Assistir antes da próxima aula
    • O Sorriso de Monalisa


    • Sociedade dos Poetas Mortos
    Quem quiser cópias do filme, eu tenho-os em formato AVI, dublado. 
    Cada um em torno de 800MB. 
    Vou deixar uma cópia de cada na secretaria na terça.

    Livros indicados pelo professor:


    • Mizukami, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: As Abordagens do Processo, São Paulo: EPU, 1986.
    CAPA (Clique na imagem para ampliar): 
    Edição Atual: MIZUKAMI, M. G. N. . Ensino: as abordagens do processo. 20. ed. São Paulo: E.P.U. Editora Pedagógica Universitária Ltda., 2009. v. 1. 119 p. fonte: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4780792H3
    Melhor cotação: 
    (Clique na imagem para ampliar)
    • Alves, Rubem. Pinóquio às Avessas: Verus, 2005.
    CAPA (Clique na imagem para ampliar)

    Melhor cotação: 
    (Clique na imagem para ampliar):

    Aula 12/09/09

    Prof. Ms. Francisco Maurício
    Didática do Ensino Superior


    Tópicos abordados:
    - Linguagem (Visual)
    - Comunicação
    - Conhecimento Prévio
    - Campo de Conhecimento
    - "Baixar o Nível"
    - Pesquisa
    - Proximidade
    - ZDP (Teoria do Vygotsky)
    - Medo da Pergunta
    - Necessidade de Feedback
    - Angústia do Ensinar
    - Aprender a aprender (4 pilares da educação)
    - Projetar responsabilidade
    - Lidar com a projeção do aluno
    - Equacionar dificuldades / habilidades
    - Mostrar Objetivos e Horizontes
    - Romper Cultura
    - Fazer Pensar
    - Curiosidade Científica


    Conhecimentos:
    Real * Potencial
    *Elementos Mediadores

    Como transformar o potencial em conhecimento real.






    As principais tendências pedagógicas no ensino brasileiro

    • Tradicional - (Difundida no séc XVIII pelos Iluministas)
    • Comportamentalista - (Skinner, Frederic Burrhus)
    • Humanista (Borg, Walter.R. & Gall, Meredith Damien  & Gall, Joyce P.)
    • Cognitivista (Piaget, Jean)
    • Sócio-cultural (Freire, Paulo)
    Outras:
    • Pedagogia por competência 
    • Pedagogia por Projeto 

    Fontes:

    Sobre o curso

    Segue as informações sobre o curso de Didática e Metodologia do Ensino Superior
    (Clique na imagem para ampliar):


    Grade:


    Calendário: